25 de jun. de 2010

15 super dicas para elaboração de um bom currículo

1-Elabore seu currículo tendo em mente seu objetivo e procure colocar as informações por ordem de importância. Informe primeiro as suas realizações/conquistas, atividades mais significativas e mais diretamente relacionadas com o cargo desejado, depois inclua as informações acessórias que podem ser úteis. Não é necessário colocar a palavra "currículo" no documento. Não se usa mais o nome "curriculum vitae" o certo é em português: CURRÍCULO.

2-Não usar abreviações. Se utilizar siglas, escrever logo de seguida o seu significado. Se utilizar números, não escrever por extenso;

3-Somente use outro idioma em seu currículo quando enviar o currículo a uma multinacional ou quando o próprio anúncio exija.

4-Use a primeira pessoa. Exemplo: Implantei, construí, vendi, organizei etc.

5-Cuidado com erros de ortografia e gramática. A redação deve ser clara, sucinta, objetiva, em ótimo português ou idioma em que seja elaborado o mesmo, mas completo nas informações relevantes. Solicite uma revisão para um amigo que tenha bom domínio do português escrito.

6-A informação apresentada deve ser honesta e verídica e sem exageros.

7-Não utilize formulário-padrão. Ao responder a um anúncio personalize o currículo para aquela empresa valorizando pontos em função dos requisitos do anúncio.

8-A realização de muitos estágios pode indicar instabilidade. Bem como a troca de empregos em um período curto de tempo.

9-Se a idade é inferior ou superior à exigida indique-a numa rubrica "Diversos" e destaque as qualidades e capacidades de adaptação à cultura da empresa.
10-Use palavras positivas e que revelem dinamismo.

11-Não junte cartas de referencias ou certificados de conclusão. Somente envie se solicitado.

12-Não envie fotos com seu currículo exceto se solicitado. Neste caso envie uma foto séria. Cuidado com aquelas fotos enormes, tiradas no "orkut" e em festas. Foto é a 3x4.

13-Não cite dados como nome dos pais, cor, altura, números de documentos (cpf, RG, titulo de eleitor etc).

14-Não mencione a pretensão salarial nem último salário no corpo do currículo. Caso seja solicitado envie dentro do "corpo do email".

15-Somente coloque referencias pessoais no currículo se a empresa solicitar. Informe nomes de pessoas que possam fornecer informações sobre sua identidade/ capacidade /honestidade pessoal. Deve-se ter cuidado todo especial na seleção de pessoas indicadas como fontes de referencias, quer pelo grau de amizade, como de confiabilidade. Nesse caso adicione pessoas que trabalharam com você e não familiares.

Cinco Cegos e a Seleção de Pessoas

Visitando o blog da amiga querida profa. Rita Alonso do RJ vi essa historinha dos CINCO CEGOSe resolvi postar aqui para que nós, PROFISSIONAIS DE RH, façamos uma reflexão acerca de como estamos SELECIONANDO.

Sempre falo em minhas aulas que temos que HUMANIZAR O RH e nesse sentido espero que o texto ajude aos selecionadores e candidatos cada um em seu momento!

Boa leitura e reflexão!!
Ítala Melo
Pediram a cinco cegos que descrevessem um elefante.

O primeiro disse que o elefante era um grande casco de tartaruga porque estava em cima do elefante.

O segundo cego disse: - Você está errado... elefante é uma grande serpente, pois estava apalpando a tromba do elefante.

O terceiro cego ficou irritado e disse: -Mas, o que é isso meus amigos, eu é que sei o que é um elefante... é um grande lençol macio e felpudo... Ele estava tocando a orelha do bicho.

- Nada disso - retrucou o que examinou a pata - eu examinei cuidadosamente o bicho. Trata-se de um tronco de árvore pesado, e forte.

E o último cego: - Tudo errado! vocês estão loucos! Elefante não passa de um frágil chicotinho... berrou segurando o rabinho do elefante...

E as discussões se seguiram, sem é claro, chegarem a nenhuma conclusão.

Moral:
Quanto menos parcial for a nossa percepção da realidade, mais chances temos de nos aproximar do todo e melhor entenderemos a realidade a nossa volta. E, ainda, se não somos flexíveis e procurarmos entender as razões do outro, não poderemos rever as nossas percepções e chegar a novos aprendizados.

A moral da história para nós profissionais de RH, é ter muito cuidado na análise de cada candidato... Cuidado para que impressões pessoais e “pré-conceitos” não interfiram negativamente no julgamento do candidato.

Trabalhamos basicamente como num controle de qualidade: ora determinado candidato serve, ora outro não serve... é necessário uma reflexão diária...

Lembrar sempre que nossas verdades não são eternas. Lembrar que existem outras verdades, que vamos encontrar candidatos que não têm valores iguais aos nossos, detendo percepções diferentes da mesma realidade e nem por isso iremos desclassificá-los do processo por isso.

Lembrem-se: até um relógio parado consegue estar certo duas vezes ao dia...

Qual a diferença entre cursos de Bacharelados e Tecnólogos?

Muitas pessoas me questionam acerca das diferenças entre um TECNÓLOGO e um BACHAREL e por esse motivo resolvi mais uma vez abordar esse assunto.

Na nossa área de RECURSOS HUMANOS, por exemplo, temos o curso de GESTÃO EM RECURSOS HUMANOS em que são estudados em 2 anos e meio diversas disciplinas específicas e focadas na área de RH sendo assim o profissional formado por esse curso extremamente apto a exercer cargos de gerência com muita propriedade.

Atualmente o CRA - Conselho Regional de Administração já esta cadastrando profissionalmente (estudantes e formados)  em TODOS OS CURSOS DE GESTÃO QUE DERIVAM DO CURSO E ADMINISTRAÇÃO (comercial, recursos humanos, logística, hospitalar, etc).

Dessa forma somos reconhecidos, regulamentados e amparados juridicamente por um conselho de profissão. Precisamos "assumir e tomar posse" do que nos é de direito bem como fortalecer cada vez mais nossa profissão e área.

Segue abaixo algumas dessas dúvidas:




1) O que é um tecnólogo?


Trata-se de um profissional de nível superior, apto a desenvolver atividades em uma determinada área. Possui formação direcionada à aplicação, desenvolvimento e difusão de tecnologias, com formação em gestão de processos de produção de bens e serviços. Tem como grande diferencial a ênfase na capacitação para empreender, em sintonia com o mercado. Portanto, os cursos superiores de tecnologia formam profissionais especializados em um ramo específico de uma determinada área.




2) O diploma, a titulação obtida no Curso Superior de Tecnologia é igual à obtida em curso superior de graduação convencional (cursos em faculdades ou universidades)?


O Curso tecnólogo dá ao cidadão formado o diploma de graduação em nível superior, exatamente como qualquer outro curso de qualquer área. Enfim, trata-se de um curso superior como qualquer outro, mas direcionado para um determinado foco.


  
3) Qual a diferença entre um curso superior de graduação convencional (bacharelado) e um curso superior de tecnologia (tecnólogo)?


A primeira grande diferença é o tempo de formação: um tecnólogo pode ser formado após um curso com duração de 2 a 3 anos, cursando de 1600 a 2400 horas, conforme o curso. A segunda diferença é que o tecnólogo tem uma formação específica para o mercado de trabalho, ao passo que o bacharelado confere uma formação mais abrangente. A terceira diferença é que, em razão do tempo mais curto de formação, existe a possibilidade de ingresso no mercado de trabalho de forma mais rápida.



4) Depois de concluir um curso superior de tecnologia (tecnólogo), o profissional pode dar prosseguimento aos seus estudos realizando cursos de extensão, especialização, mestrado ou doutorado?


A LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação, Lei 9394/1996), combinada com o Parecer 436/2001 permite que o egresso do tecnólogo (aluno formado no curso de tecnologia), dê prosseguimento aos seus estudos em outros cursos e programas de educação superior, tais como extensão, especialização, mestrado e doutorado. Depende, evidentemente, do interesse do tecnólogo.




5) Por que foram criados os tecnólogos (cursos superiores de tecnologia)?


Os tecnólogos surgiram para suprir uma demanda crescente no mercado de trabalho, que exige uma maior preparação, formação e aprimoramento educacional e profissional no menor tempo possível. Desta forma, tem-se um profissional de nível superior formado em menor tempo, tendo em vista que algumas pessoas não querem ou não podem dispor de quatro ou cinco anos para cursar uma faculdade (curso superior convencional).




Veja mais sobre o CRA- CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO CE no site: http://www.craceara.org.br

24 de jun. de 2010

Como se comportar ao assistir os jogos da copa na empresa

Veja algumas dicas básicas para torcer sem prejudicar sua imagem profissional

Começou a Copa do Mundo de Futebol e alguns jogos da seleção brasileira serão realizados durante o horário de expediente. Algumas empresas decidiram liberar seus colaboradores, porém outras optaram por disponibilizar telões, alimentação e decoração verde e amarelo para manter todos dentro do ambiente de trabalho.


Se este é seu caso, fique ligado nas dicas para torcer sem prejudicar sua imagem profissional. São elas:

1- Controle suas emoções


Claro que é difícil segurar a emoção, mas para não ficar com uma imagem ruim, procure se controlar, não exagerar e nem xingar durante o jogo. Um comportamento diferente do seu cotidiano pode chamar a atenção negativamente de seus colegas e principalmente da chefia.


2- Não seja o chato da turma


Mesmo se estiver autorizado, tome cuidado ao usar cornetas, apitos e a vuvuzela. Não tem nada mais desagradável do que o barulho em excesso.

3- Fique ligado na vestimenta


Só leve camiseta, chapéu e demais acessórios se estiverem autorizados pela empresa

4- Cuidado com a tentação do Pós-Jogo


Caso o horário de expediente não tenha encerrado ao final dos jogos, tome cuidado para não ficar só falando do jogo e até mesmo pedir para se dispensado. Se a empresa não fez isso antes do jogo, não será depois que a norma valerá. Tente manter o foco no trabalho!

Usando o bom senso não tem como errar. Agora é torcer e se tudo correr bem, comemorar muito!

Extraído: http://www.dicasprofissionais.com.br/dicas2.asp?id=80

13 de jan. de 2010

A convivência das diversidades

Claude Lévi-Strauss e a convivência das diversidades

Fonte: RH.com.br - Gustavo Gomes de Matos

Conflitos, guerras, acidentes, erros e falhas operacionais, desperdício de alimentos e dinheiro. Poderia enumerar uma lista gigantesca das consequências geradas por erros ou simplesmente pela falta de comunicação e relacionamento humano.
Parece incrível que algo tão óbvio seja tão difícil de ser compreendido e resolvido. A sociedade dita civilizada é o exemplo mais explícito da complicação na comunicação, exatamente pela falta de conscientizaçã o sobre a importância do relacionamento humano que se baseia, essencialmente, na convivência das diversidades.
Ao lermos textos sobre a biografia e o legado de Claude Lévi-Strauss para a antropologia podemos perceber uma de suas principais conclusões: "somos diferentes, sim, mas podemos nos entender, porque nossas estruturas mentais funcionam da mesma maneira".
O pensamento e as constatações de Lévi-Strauss reforçam o fato de que as diferenças culturais são as mais diversas e peculiares, porém, os dilemas existenciais do ser humano são os mesmos. Tanto para um esquimó, um pigmeu, um empresário ou um operário, as aspirações por felicidade e os sentimentos de carinho, afeto, medo e coragem são iguais, o que mudam são os mitos, ritos, comportamentos e maneiras de manifestá-los. Por essa perspectiva, ele ressaltou que todo o significado produzido dentro de uma cultura é fruto das inter-relações humanas, que faz com que a realidade social s eja construída por um conjunto extraordinariamente multidiversificado de relações.
Princípio básico da democracia, a convivência das diversidades é um dos principais obstáculos para a construção de realidades sociais, políticas, econômicas e empresariais mais justas e harmoniosas. Focando nos ambientes corporativos, podemos perceber que ainda há muito a evoluir em termos de relacionamentos harmoniosos e integrados. A competição predatória predomina em detrimento à cooperação e ao fortalecimento dos vínculos de relacionamento humano.
Realmente, falta muito bom senso ao ser humano. É impressionante como, apesar de toda a evolução do pensamento e os aparatos tecnológicos, ainda nos rastejamos em termos de convivência das diversidades, ou seja, em se tratando de relacionamento humano, somos verdadeiros trogloditas.
A sociologia, a antropologia e a psicologia social já produziram as mais diversas fundamentações conceituais para agirmos de forma mais humana e solidária. O alento espiritual proporcionado pelas religiões também poderia ter ajudado bastante o ser humano em sua busca de evolução e transcendência, se não houvesse a deturpação gerada pela disputa de poder nas esferas políticas e institucionais. Aos trancos e aos solavancos, persistimos nos trilhos da ignorância emocional, fortalecendo os princípios do eterno retorno das intolerâncias e discriminações.
Cabe aos profissionais de RH refletirem sobre a realidade descrita acima - e tão bem realçada por Lévi-Strauss -, para transpor os obstáculos de condicionamentos culturais e comportamentais que impedem a construção de ambientes corporativos de convivência produtiva e coexistência criativa.
O bom senso nos indica que a melhoria da qualidade de vida nas empresas, nas famílias, nas cidades, nos países e no planeta passa pelo caminho da educação, da comunicação e do relacionamento.
O modo de relacionamento entre pessoas num grupo de trabalho é determinado pela forma como as diferenças são encaradas e tratadas. Por exemplo: se houver no grupo respeito pela opinião do outro, se a ideia de cada um é ouvida, se os sentimentos puderem ser manifestados, então o relacionamento entre as pessoas tende a ser diferente daquele onde não existe compartilhamento de ideias, emoções e opiniões.
Como disse Mario Quintana, em um dos seus belos poemas, "cada ponto de vista é a vista de um ponto". Vamos respeitar a maneira de ser, pensar e agir de cada um. Quando for o caso de um ponto de vista torto e preconceituoso, vamos tentar mudá-lo pela força do exemplo efetivo dos valores éticos e humanos. Pessoas diferentes, com perfis, pensamentos e comportamentos diversificados, podem trabalhar juntas, voltadas para resultados e metas em comum, tais como: felicidade e sustentabilidade.
Vamos dar mais chances à evolução dos valores humanos nas empresas, por meio da criação de tempo e de espaços voltados à reflexão, ao diálogo e à humanização dos relacionamentos. Os profissionais de RH têm esse grandioso desafio pela frente.

Gustavo Gomes de Matos é Jornalista, pós-graduado em Administração de Recursos Humanos (PUC/RJ) e especialização em Economia (UERJ). Consultor de Comunicação Empresarial, com 18 anos de atuação para grandes organizações do setor privado (CNI, SENAI Nacional, Firjan, Motor Union Seguros, Engemaq e Grupo Carta Fabril) . Professor universitário e conferencista de Comunicação Corporativa. É professor de pós-graduação em Comunicação Empresarial da Universidade Federal de Juiz de Fora - Faculdade de Comunicação (UFJF/Facom) . É autor dos livros A Cultura do Diálogo (prefácio de Norberto Odebrecht) - Editora Campus/Negócio, 2006 - e Comunicação Empresarial Sem Complicação Como simplificar a prática da comunicação nas empresas (prefácio de Idalberto Chiavenato)- Editora Manole, 2008. É autor também de obras institucionais, tais como: Visão de um Empreendedor - (Engemaq-RS) ; PUC Rio 60 ANOS - Uma história de solidez; e Décadas Vitoriosas - A história dos 60 anos do SENAI. Realiza palestras e workshops, com periodicidade, para empresas e instituições, tais como: Bradesco Seguros e Previdência, IBOPE, Universidade Corporativa da Petrobras; Associação Brasileira de Ouvidores (ABO/Rio), Associação e Sindicatos dos Bancos RJ, SEBRAE-RJ, Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), entre outras. É diretor da FGM Consultoria Ltda. - www.fgmconsultoria. com.br.